sábado, 26 de junho de 2010

Seria O Certo

Muito bem, tem horas que é preciso conciliar com a natureza. Nada contra os ecologistas mais ferrenhos e que lutam de forma um tanto quanto radical quando nada mais é possível fazer em termos de diálogo.


Acredita-se que, de uns tempos para cá muitos seres humanos já devem ter perdido a conta de quantos problemas foram caussados pela natureza e que continuam a a acontecer de forma quase que rotineira, senão inesperada. Sabe-se ainda que nada está escrito que possa determinar "o quanto" ou "o quando" deve acontecer sobre a erupção de um vulcão, um problema que venha a causar um maremoto com consequências voltadas para um tsunamis etc. Tudo depende de momentos. Contudo, avaliações efetuadas por satélites têm previsto desastres naturais com uma certa previsibilidade.


Mesmo assim, o equilíbrio biológico da Terra dá a impressão de que está entrando em parafuso. Alguns causados pelo avanço das populações ribeirinhas por áreas que possam usufruir das margens de rios, outros porque há superpopulações ou mega-cidades em profusão. Tais elementos por si só não causam nenhum terremoto, maremoto ou tsunami, nem muito menos enchentes, em tese, mas servem para avaliar se esse ou aquele local ou região estão adequados ou mais propícios ao avanço do mar, aumento de níveis de rios ou a abalos sísmicos em sequencia.

Nada, entretanto, pode deixar de acontecer quando a natureza assim o quer. Entrementes, se houvessem equipes voltadsa aos estudos e previsões meteoreológicas, afora as já incontáveis existentes, mas que tivesem como objetivo o de plotarem as precipitações pluviométricas, aumento da temperatura do mar, ou chuvas intermitentes. Tais avassadoras situações poderiam estar perfeitamente afeitos ao controle dos homens.

Muitos desastres só aconteceriam em edificações onde os seus moradfores já teriam evacuados etc. Populações em quantidades teriam condições de se evadiram e procurarem áres mais protegidas, muitas localizadas em elevações ou outros fatores geológicos e de relevo que existem em cada cidade ou localidade, evadindo-se organizadamente bem que poderiam evitar um desastre maior.

Finalmente, que tais equipamentos não existam apenas para avaliar situações que já aconteceram, mas também para prever quando uma anomalia da natureza esteja mais provável de acontecer.

este talvez tenha sido um dos fatores que produziram uma das maiores catastrofes já surgidas em Pernambuco e alagaos recentemente.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Uma Árvore Que Tomba

Me pediram para escrever sobre a expansão econômica que está a tumultuar com suas tecnologias, em detrimento do desenvolvimento sustentável, ou dito em poucas e entendíveis palavras, a Ecologia e a manutenção constante ou renovação dos sítios degradados.

Achei a tarefa um desafio salutar. Todos estão e escrever sobre a interatividade e processos de implamentação científica em união com o meio ambiente, que indefeso, se vê a mercê de tais progressos, diga-se de passagem, necessários.

Sim, são progressos desenvolvimentistas de ampla repercussão econômica para a continuidade da produção dos meios agriculturáveis, dos meios industriais e da projeção de serviços voltados ou advindos quando da implementação dessas tecnologias.

Mas até que limite tais aspectos devem se sobrepor às inovaçoes e deixar suas expansões (1) prosseguirem sem, vamos dizer assim, abalar, a natureza? Muito bem, nem a indagação é difícil, nem muito menos irá requerer uma resposta em igual nível.

Por exemplo, ao se implementar um parque industrial do porte de alguns mil hectares de terreno e esses estão localizados em área de preservação ecológica, deve-se ter em projeção que aí entra a ainda novíssima teoria do Desenvolvimento Sustentável. Errada? Se sim, creio que em alguns casos foi mal entendida por muitos.

Em recente palestra que tive a oportunidade de estar presente e que se tratava sobre a implantação e expansão de projetos em área do sertão nordestino, ou melhor, no sertão pernambucano mesmo, o maior dilema para expansão e consequente produçao do maior véio de pólo gesseiro assenta-se na utilização de procedimentos de que para retirar tal insumo, necessita de maior geração de energia, o que ainda é cara, senão escassa naquela área industrial até levar a sua produçao pronta para venda ao consumidor final.

Das outras questões discutidas ficaram a degradação da fauna e da flora, mas especificamente da flora pernambucana que é a riquíssima e conhecida como a Caatinga Nordestina. Muito bem, com características próprias esse tipo de vegetação está cedendo lugar, em função das diversas indústrias que ali estão se instalando e contribuindo para elevar o Produto Interno Bruto da região. Esquece-se de um e promove-se o outro. Não seria melhor manter a balança do equilíbrio biológico?

Entretanto, ao assim proceder, algumas indústrias estão a substituir a tradicional vegetação por campos e galpões necessários à expansao conjunta do que se conceitua chamar de industrialização sem a preservação do meio ambiente. Nada abrupto, destruidor ou capaz de impedir o desenvolvimento de áreas que são profícuas em recursos naturais, algumas até inexploradas, mesmo localizados distantes de áreas ou regiões onde a natureza é mais favorável à implantação de indústrias diversas.

Sabe-se que para cada árvore ou arbusto destruido, compete às instituiçoes, em conjunto, elaborarem projetos de implantação de parques industriais, no sentido de promoverem estratégias que venham a dispor de plantios ou sementeiras capazes de reciclar este ou aquele parque industrial. Essa é uma definição simples do que vem a ser a Teoria do Desenvolvimento Sustentável. (2)

Algumas dessas indústrias que estão sendo instaladas no agreste ou no sertão pernambucano, por exemplo, apenas para citar essa região, onde a inclemência do solo, a ausência de água e demais recursos naturais e técnicos, (e ainda citando), a expansão da energia elétrica, a construçao de rodovias ou a recuperação das mesmas, seguida da propalada edificação da ferrovia transnordestina, certamente estão acostumadas com a adversidade desse meio ambiente.

Compete saber conviver com o mesmo e implentar estratégias no sentido de se promover a integração do meio ambiente com tecnologias capazes de promover a expansão dos meios de produção industrial em todo o Estado de Pernambuco.

Dessa forma, se os estão utilizando de maneiras a degradar este mesmo habitat e que propícia a geração de produtos e empregos, capital, etc., cedo poderá perecer juntamente com o meio ambiente que contribuiu para a geração de divisas tão importantes para promover a integração de tecnologias em consonância com o habitat que prescruta e explora. (3)

Assim foi que hoje, dia 09/06/2010, o tradicional Sítio da Jaqueira, atualmente Parque da Jaqueira, localizado no bairro do mesmo nome, em Recife, PE, deixou os seus visitantes estupefatos com a queda de uma das suas árvore mais antigas. O motivo: faltavam cuidados de manutenção geral para a mesma.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Respostas na Hora

Algumas pegadinhas sobre o dia-a-dia


Conversa sobre filosofias positivas, porém um pouco escatológicas.

Dois marmanjos estavam filosofando sobre a vida. O outro muito indagativo parou a conversa e perguntou:

---Você sabe o que vem a ser o peido?

O amigo responde sem hesitações:


--- Peido é uma tripa gaiteira que passa pelo centro do cu anunciando que vem um rebanho de merda!

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O cara entrou na igreja e aí perguntou ao amigo que estava mais próximo:

--- Você sabe qual é a do padre?

Então o amigo respondeu imediatamente a pergunta:

--- Não, mas se estiver interessado, levanta a batina que tu sabes.


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O sujeito entrou numa oficina mecânica para fazer o pagamento de um serviço realizado em seu carro. Querendo dar uma de engraçado. Perguntou ao chefe de garagem se ele sabia qual a do mecânico, no que ouviu a seguinte resposta.

---- Não, mas se quiser saber acho que é toda melada de óleo.


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O homem chegou em uma reunião social e foi logo recebido com a recepção adequada: abraços, apertos de mão, amigos surrurrando ao seu ouvido etc.

Indignado com tal atitude meio afeminada partindo de circunspectos cavalheiros foi logo indagando:


---- A festa da qual fui convidado não é bem essa. Acho que me enganei de endereço. Em todo caso, sou a favor da emancipação gay. Mas, para não tomar mais do tempo de vocês, poderiam me dizer onde fica a festa de aniversário de D. Jussara?

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Piadas Sertanejas


Era meio dia em ponto. O sol estava a pino. Nisso, o cavalo que pastava tranquilamente em meio ao campo percebeu que havia uma eguazinha das mais fogosas mais adiante.

Ao vê-la deu uns urros e relinchou um chamamento. Logo em seguida galopou em direção àquela bela espécie.

Ao chegar até a égua relinchou mais uma vez de incontida tesão. Nisso, o cavalo cheio de garbo, preparou para a montada. Foi quando um garoto que tomava conta da manada reparou as intenções do garanhão. Esperto, rápido, preparou uma mistura de urtiga com sal e pimenta e quando o cavalo já estava com um pênis do tamanho de uma guabiraba, pronto para enfiar na xana da sua égua de estimação correu e esfregou a malfada mistura bem no cacete do cavalo.

Ao perceber que a mistura era para lascar, o cavalo relinchou, corcoviou e berrou um relincho de pavor e dor ao mesmo tempo e foi calopar em noutras paragens.

Moral da história: pimenta no cu dos outros nunca foi refresco e pau de cavalo num cabe em toda xona, nem muito menos cavalo não sobe em égua que tem dono.

sábado, 15 de maio de 2010


ùltimo lançamento do ônibus espacial Atlantis - Foto NASA

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Última Missão do Atlantis

Foi com alegria e um pouco de cepticismo que assisti ao lançamento do shuttle Atlantis em sua missão de número 132, , ontem, direto da Florida, EUA. Assisti daqui mesmo, do meu computador, através dos sites e links advindos à minha caixa de correios.

Com 25 missões em sua carreira ao espaço sideral, o Atlantis conseguiu realizar façanhas jamais vistas pelo ser humano em considerando valores em astronómicos atuais.

Diversas foram as pesquisas empreendidas nessa nave espacial que se somaram aos esforços dos seus astronautas e que foram resultantes de trabalhos valiosos para o saber e conhecimentos nas diversas áreas do pensamento humano.

Com a sua saída, perde um pouco a astronomia e ganha a ciência e os seus pesquisadores em Terra sobre o que se pesquisou no espaço sideral.

Todavia, acho ainda que é muito cedo para avaliar sobre a retirada do potente Shuttle Atlantis, e consequentemente, dos dois últimos shuttles que se seguirão. "A aposentadoria foi um pouco precoce", alguns dirão.

Mesmo assim, fica a vontade de vencer intrínsica ao ser humano. Saber cada vez mais sobre o universo conhecido e desconhecido não é apenas curiosidade, mas ir além aos limites próximos do homem.

Sim, o universo estelar e seus planetas terão a ajuda dos potentes telescópios terrestres. O maior deles ainda é o que está situado no Monte Palomar, na Califórnia, EUA. Tempos depois, seguiram-se outros e outros, até chegar ao Hubble e ao Spitzer, onde, provavemente deverão ser desativados em tempo hábil.

Com a instalação em órbita geoestacionária do telescópio Hubble e depois o telescópio Spitzer , o mundo ficou novamente abismado com os feitos da conquista espacial. Essas foram novidades insuperáveis para o conhecimento do universos interestelar. Passarão ainda um bom tempo em atividades, mas, logo terão seus sistemas desatualizados. Portanto, deverão também ser desativados.

Os custos e os riscos de vida são sempre levados em consideração neste momento. Contudo, ainda são insubstituíveis, levando-se em questão quando uma nave dessas parte em direção, por exemplo à Estação Espacial Internacional, (ISS), para trabalhos diversos, inclusive levando material e mantimentos, em toneladas. Atualmente, impossibilidades do final do século XX e rotinas do século XXI.

Das suas fotos tiradas lá do alto, bem do alto do unverso, mostrando detalhes do planeta Terra, ficarão indeléveis momentos de felicidade aos que conseguiram observá-las em detalhes ou tirá-las, lá do espaço sideral.

Também, o que fica da sua função em busca da expansão do conhecimento sobre o universo, compete agora aos astrônomos em seus centros de pesquisas, juntamente com os satélites espalhados em volta do planeta Terra, continuarem com os seus trabalhos em busca de saberes longamente estudados por sábios, desde séculos passados, mas que tiveram que ser reescritos em função da gama das novidades científicas descobertas e confrontadas.


Assim é a ciência, renova-se.

Gostaria de concluir apenas que uma nave igual a esta, empiricamente falando, não pertence somente aos EUA, mas principalmente, pela sua amplitude científíca, a toda a humanidade.

domingo, 9 de maio de 2010

Política e Eleição

O maior colégio eleitoral da América do Sul se prepara para realizar as próximas eleições de 2010. Naturalmente que o contigente de eleitores e candidatos será imenso. É do conhecimento dos brasileiros, que os mesmos irão votar para deputado estadual, federal, governador e presidente da república, porém, não custa lembrar.

Em síntese, e na eventualidade de haver dois turnos, as perspectivas de se eleger um candidato, por exemplo, para ocupar a vaga na Presidência os candidatos deverão fazer dos seus instrumentos de convencimento algo muito mais do que promessas ao povo. Nada mais detestável para os brasileiros do que eleger um político que não traga perspectivas alentadoras de mudanças para melhor.

Disso todos sabem. Algo como uma elegia de que se leva às ruas durante os três meses que antecedem as eleições. Ninguém tem bola de cristal para identificar as dificuldades e positividades daqueles que irão ocupar as vagas sucessórias aos diversos cargos eletivos no país, portanto, os sistemas democráticos adotam esse tipo de igualdade.

Entretanto, acredita-se que o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB) poderá trazer muito da sua experiência como político que acompanhou de perto as mudanças na qualidade de ministro nos governos de Fernando Henrique. Mudanças, por si só não interessam, mas compromissos verdadeiros com perspectivas de um futuro melhor serão aceitas de bom grado pelo eleitor.

Quanto a já também desincompatibilizada da função de Ministra das Minas Energia, e pré-candidata, Dilma Roussef, está já, ao que tudo indica, fazendo campanha por extensão. Tem ao seu ao lado o presidente Luiz Inácio, e nesses últimos meses tem atravessado o Brasil de norte a sul e faz do uso da palavra a sua vontade. De fato que bem deveria ter apresentado propostas mais convincentes aos seus prováveis eleitores.

Deixando de lado as questões legais inerentes à cada eleição, ao que tudo se apresenta no momento é que uma expressiva parcela da população brasileira já tem uma ideia pré-concebida da candidata a Presidente da República. Bem melhor saber das possiblidades de acertos nas propostas antes de iniciar as eleições propriamente ditas. Mas será que os brasileiros já poderiam ter uma percepção de acertos diante dessa enxurrada de antevisões político-partidárias?

Sem deixar por menos, o também desencompatilizado ex-governador de São Paulo, indiferente às datas, lá e cá aparece para discutir temas essenciais e ao assim proceder, também possibilita e valida à sua pré-campanha. ninguém quer mesmo esperar no grid de largada.

Acertar sobre quem deverá ser o melhor governador em Pernambuco é demasiado cedo. Seria querer demais. É o que avaliam alguns mais afeitos setores de pesquisas eleitorais. Jarbas Vasconcelos (PMDB) já foi à imprensa exatamente no dia em que o presidente Lula veio ao Recife para inaugurações diversas. Coincidências à parte, o governador Eduardo Campos, (PSB) já apareceu em palanque e com um discurso político impensável até então.

Procura se ver livre da aura do avó, Miguel Arrraes, político matreiro e experiente ao Eduardo Campos deve em muito a sua iniciação na política.

Sobra para o eleitor, os compromissos assumidos em campanha. Esses são essenciais. Deles dependerão em muto o futuro do país. O eleitor, de palhaço e de pagador de impostos já está cheio de querelas de somenos importância, muitas ditas em palanques a quem sempre paga por pertencer a classe média. As propostas de um Brasil agrário e tecnologicamnete essencial ainda é uma lacuna que bem deveria ser discutida nessas eleições de 2010.

Enfim de decisões em decisões, em Pernambuco, ao que tudo indica, por meios próprios, Jarbas e Eduardo Campos, já iniciaram campanha para o governo de Pernambuco.

Compete informar aos eleitores quais as plataformas de campanha que ambos os candidatos têm a oferecer aos pernambucanos, pois, palavras de efeito e de promessas positivas, tem-se como certa que a vitória poderá pender para o ex-senador Jarbas Vasconcelos, político experiente e de elevada aceitação entre os votantes do Estado.

Enquanto isso, a ex-ministra Dilma Roussef, não tendo mais o que dizer, ratifica o eterno programa do PAC a cada dia e a cada hora que consegue falar em público. Acredita-se que algo de mais interessante nesse contexto deverá vir no momento exato da deliberação oficial advinda do colégio eleitoral do PT.

Entretanto, conveniente seria perguntar ao eleitor da candidata do PT se ele votaria num pré-candidato que tem como única plataforma de campanha o programa de assistencialismo do PAC, onde diga-se de passagem soa bem aos ouvidos dos atentos marqueteiros.

Verifica-se ainda que se de um lado Dilma Roussef discursa e tem aceitação, por sua vez, José Serra já encontrou uma brexa correta e dentro da lei eleitoral para dizer o que pretende.

Em resumo, aos eleitores esper-se que os dois canditatos possam convencer pela verdade de suas ações durante a campanha política que se aproxima. Essa alentadora possibilidade cabe bem para todos os candidatos a cargos eletivos nessas eleições de 2010.

sábado, 8 de maio de 2010

Avaliações Bloguistas Presidenciais


Quem mais trabalha cabe descansar nas horas em que se faz necessário. Quem nunca trabalhou e tem a oportunidade, deve mostrar tudo o que sabe, ousar, fazer, virar, mexer e acontecer. Chega de preguiça.

Cabe salientar que, malgrado as atuações políticas e econômicas do presidente Lula, compete acrescentar que o presidente que mais fez pelo Brasil é aquele que ainda está por vir.

Todavia, para relembrar aos menos atentos acentue-se que o Brasil já teve diversos presidentes que fizeram história pelas suas brilhantes atuações. Senão vejamos.

- O presidente Juscelino Kubitschek, de Minas Gerais, foi o presidente que teve o slogan: "50 anos em 5 anos" e construiu Brasília e demais interligações rodoviárias do sul com o sudeste.

- O Presidente Itamar Franco, de Minas Gerais, foi o precursor do real.

- O temporão presidente Collor, de Alagoas, foi o que literalmente abriu "os portos às nações amigas" no século XX e impulsionou a máquina de produção industrial nacional para equipará-la aos mercados nacional e internacional e incentivou a competitividade durante o seu governo.

- Fernando Henrique Cardoso, de São Paulo, teve atuação marcante nos fóruns internacionais e deu continuidade à consolidação da máquina administrativa e incremento da produção industrial em parâmetros internacionais.

- José Sarney, do Maranhão, governou com intenções de solidificar a economia e de debelar os elevados índices de inflação. Para tanto, levou adiante o plano econômico Cruzado, no que naufragou poucos meses depois. Pautou-se pela consolidação dos padrões democráticos.

- Quanto ao presidente Lula, além de ter a notável marca de 85% de eleitores e da aceitação popular, faz tudo o que tem direito e presta contas ao povo da sua administração mas ao final do seu mandato, através de inaugurações Brasil afora, marca do governo do PT. Tem ainda relevante atuação em fóruns internacionais, onde é muito popular.




Lula, O Presidente Altruísta

População atingida pelo recente terremoto do Haiti

O presidente Lula esteve em Recife (07/04/2010), ontem para assinaturas e inaugurações de diversas obras, além do lançamento do primeiro navio construído no Porto de Suape. Também entregou algumas unidades residenciais à população carente (Via Mangue 3, na Imbiribeira), e fez discursos de praxe, juntamente com sua candidata a presidente, Dilma Roussef.


Tomo a iniciativa para analisar o altruísmo do presidente Lula. É que ele sempre foi de atitudes magnânimas, mas desta vez vale enumerar. Então lá vão algumas recentes:


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- Fez vultosas doações em dólares ao Haiti e solicitou em fórum adequado o perdão da dívida externa daquele país tumultuado por um catastrófico terremoto.


- Emprestou recentemente ainda, dinheiro à Argentina.


- É sabido também que o Brasil empresta dinheiro a Hugo Chávez, (Venezuela) a Evo Morales (Bolívia) e a Raul Castro (Cuba).


- Emprestou dinheiro à Grécia, ora em atravessando grave crise econômica.


Resta salientar que em Economia tem sempre um que paga a conta do jantar.


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Absolutely Right

Estava na procura de um material para experimentações e comprovações efetuadas em tempo quase que pueris e ao ler, casualmente, um livro contendo assuntos sobre explosões cósmicas e em estrelas e suas formações, verifiquei o quanto estavam certas as minhas indagações primeiras.

Correct and Perfect

Entenda-se em atitudes corretas as verdades absolutas

O sapo espantado perguntou ao jacaré:

--- Mas como você tem a boca grande!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mestre Em Pediatria

Obteve aprovação no grau de Mestre, hoje, 27/04/2010, no Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Pernambuco, o mestrando Marco Aurélio de Valois Correia Junior, filho deste bloguista.

A banca examinadora foi constituida pelos professores doutores Emanuel Sarinho, Maria Eugênia Farias de Almeida Motta, Décio Medeiros Peixoto, (membros suplentes), Gisélia Alves Pontes da Silva, José Ângelo Rizzo.

Título da dissertação: CRIANÇAS E ADOLESCENTES ASMÁTICOS E A RESTRIÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA

Orientador (a): Silvia Wanick Sarinho

Hubble - 20 years Making The Future

The Sombrero Galaxy - 28 million light years of the Earth

It is 20 Anniversary of telescopy Hubble. Launched to orbiting the earth with its potent lens, Hubble is rewriting the history of the Astronomy since than.

sábado, 24 de abril de 2010

Aquilo que se via nada mais era do que uma imagem de uma linda mulher. Insofismável, para não dizer, imutável. Bela e amável, porém, meiga como uma acácia num jardim em flor.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Diploma e Jornalistas

Oportuna, essencial, pacífica e positiva as ações que o SINDJOPE e outros Sindicatos de Jornalistas do Brasil estão fazendo em função da "equivocada" decisão do Juiz Gilmar Mendes em pleitos pela retirada do diploma e a exclusão social do jornalista. Já existem a adesão de mais de 12 Estados onde existe a corajosa participação de sindicatos e demais autarquias, estaduais, federais e municipais e do povo em geral, afora, políticos, deputados estaduais, vereadores e demais instituições nacionais.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Acertos

A antiga escola norte-americana superior de comunicação deixava suas marcas e traços entre as passagens e demais caminhos que podiam ser seguidos a pé até as diversas escolas que compunham a Universidade da Geórgia, EUA. Era um tanto quanto defenestrável e ao mesmo tempo intelectual caminhar a passos largos ou lentos, na expectativa e na altiva quietude dos seus centenários arvoredos. Ah, como encantavam-me esses projetos e temas, os quais, agora são do conhecimento quase que geral. A facilidade de se consumar uma parábola e de encontrar uma ideia num longo trecho ou um cyber espaço também.

Tais modos e procedimentos eram comuns a mim. Pudesse eu continuar a ampliá-los, certamente os teria alinhavados em uma tese que se inseririam como uma dos meus mais atraentes e discutidos teóricos. Verdade, de mim para comigo mesmo. Sabia que podia escorregar e nunca mais voltar por aquelas bandas. Era difícil convercer até a mim. Era uma decisão um tanto quanto difícil. Na verdade, bem que poderia escrever uma tese sobre trabalhos já publicados e de autores relevantes já conhecidos no meio acadêmico americano ou até mesmo no internacional, em comunicação, certamente. Seria muito mais prático. Muito mais fácil, muito mais fácil mesmo.

Na verdade, já tinha escritos feitos desde os tempos de adolescente. Achava-os interessantes. Já os que compus também ao longo da minha vida acadêmica e tinham um comprometimento sério com o viés econômico nacional. Algo meio que desenvolvimentista. Gostava dos resultados sobre o que escrevia. Acredito que o que escrevi, na ocasião, o fiz correto. Mas voltando aos (des)caminhos da senhorial Universidade da Geórgia. Não era muito fácil encontrar-me na minha muito maior inspiração para escrever mesmo tendo todo o tempo livre do mundo para fazê-lo. No entanto, caminhei.

Achava que caminhar em busca de novos traçados intelectivos era mais que um regozijo do que uma busca na Biblioteca Central (Main Library). Visitava-a e aprendia na sua estrutura centenária. Havia algo meio inconstante dentro de mim e que clamava por descobertas. Descobertas essas muito produtivas, falsas modéstias e demais insuspeitas à parte. O fato é que nem mesmo na vetusta e tradicional Main Library encontrava o que procurava. Senti-me superior a nada , mas, no entanto, eu prossegui.

Fui adiante e descrevi tudo o que podia num texto considerado mais uma chave de defração do que um libelo desses que se encontram aos montes nas estantes das livrarias e são agadáveis de ler. O que eu buscava era algo muito mais importante que ter um escrito sério desses que a gente encontra nos livros, até mesmo didáticos ou em geral. Era multimídia mesmo. Mas, acho que ao me encontrar, o quanto inovei.

Incorri em fazer algo que tinha muito mais interesse de descobrir e de colocar em páginas do que delinear em temas aos quais eram do assunto corriqueiro do didatismo acadêmico norte-americano ou da intelectualidade brasileira e sul americana. Um ambiente um tanto quanto sisudo e meio que vitoriano. Algo muito "in" para um mero Visiting Student a caminho, ou em caminho. Sim , a estrada não era suja. Não era suja nem muito menos plena de impurezas. Não as existia na época, nem muito menos as cultivo atualmente.

Achava, todavia, que o deslumbre de como fazer e ser aceito deveria ser difícil. Difícil? Só porque era sofisticado ao ler? Era algo muito irreal para mim definir em palavras. Às vezes, impossível até de se explicar. Portanto, mais uma vez, sozinho estava: eu e meus escritos a divagar e caminhar. Sim , alguém já o disse: "caminhar é preciso?". Acho que não. Eu achava que caminhar através das límpidas alas da university não era tudo, mas quase tudo. Faltava...Um solitário; um lobo na caça em pleno coração sulista ao centro da cidade de Athens. Era difícil para quem?

Ninguém, pensava eu. Creio que o que escrevia era para ninguém. Portanto, inovar ou descobrir o que o ser humano já tem nele de intrínsico e inegável eram os meus lemas. Só isso. Buscava e para mim bastava alguém colocar em palavras inteligíveis. Meu erro foi nunca escrever do jeito que os mais usuais o fazem. Nasci um teórico por excelência. Daí, acho que acertei. Um caminho meio que diferente, novo e até então desconhecido. Eureca! Estava um pouco acostumado a escrever e a decifrar enigmas.

Também pensava que as demais pesssoas tinham esse mesmo interesse e dom. Errático e meio disconforme. Essa foi a minha opinião final sobre o meu trabalho nessa centenária universidade, repito. Tão tradicional quanto o chimarrão o é para os gaúchos, ou para os americanos é uma snack bar plena de Budweiser e uma vitrola de fichas do tempo da expansão dos passa discos ao som do reggae time. Mas não é essa outra comparação um tanto quanto incompreensível até para os mais contumases norte-americanos?

Achei que, por conseguinte, nada era mais inovador. Nada mais caberia a partir dali. Iria partir com meus sonhos feitos e devaneios desfeitos. Alimentei toda uma indústria de filmes, e demais multimídias. Era muito louvável e até mesmo fácil. Sensual. Como diríamos no Brasil. Sinto pelas incompreeensões contidas e mal compreendidas. Sinto por não ter enchido os cinemas, as tevês ou os high techs de mais pessoas e instituições, mas fico feliz em ter feito a minha melhor parte em função de trabalhos intelectuais e na arte do entertainment.

Sim, do entertainment. Mas não foi tudo e lá fui eu outra vez teorizar in loco sobre como fazer um Galbraith em plena América do Sul afeita e desafeita em compreender certos "modismos". Sempre cheios de orgulhos, como poderiam aceitar um Mercosul (cito), ou até mesmo uma desmão de estradas que interligariam o turismo ao multiculturalismo; modo de viver que até hoje, mesmo ou não interligadas, portanto, sendo implementados in full e ao meu modo, continuaria a unir países e pessoas em três idiomas tão louváveis quanto antigos em pleno coração da latinidade; ah, essa latinidade que revolta insatisfeita não concordou com um gringo.

Sim, um gringo meio latino ou muito brasileiro na sua forma de pensar, na verdade. Acho que Hollywood e as teorizações econômicas venceram, ao menos. Venceram no Brasil e nos demais países que se consideravam livres. Nesse meio tempo, acabaram-se as ditaduras e os "vivas" aos ditadores. Será que pensam que levarão o botim mesmo sendo populistas, logo, agradáveis? Penso que não fui ingênuo, só acreditei em todos. Ninguém deveria ser punido por acreditar.

Governos revanchistas e que quando eleitos mudam de máscara democrática é algo que acontece dia e noite em nossa latinidade um tanto quanto inquieta. Algo muito errado, posto que a liberdade não impõe recursos e nem barreiras, porém, responsabilidades. Quem governa com responsabilidades não muda do outono para o inverno, nem muito menos faz parodia sobre o dia a dia dos seus cidadãos.

Americanos são, alguns, erráticos sabemos. Americanos que preferem o subdeselvolvimento ao desenvolvimento equinânime (in Globalização), entre os mesmos povos que habitão mais ao sul deste teórico, mas que usa as mesmas palavras. Somos assim, mas que jeito? Acho que as imposições colocadas e teorizadas deveriam ser feitas aqui mesmo no Brasil. Algo como um intelectual de "turma". Desses que copiam de formas e teorias extraordinárias e as tornam elegíveis. São mais aceitos, portanto, mais felizes quanto acadêmicos...Ah, mas como são difíceis à primeira vista essas teorias.

Um belo final, deixo como feitos os mais sustentáveis e mais agradáveis remanejamentos sustentáveis (in Ecology) nunca tentados ou ousados globalmente em teorização das sociedades primitivas, mas que tanto os civilizados buscam compreender cada dia e mais sobre suas faunas, floras e faunos. Ah, habitat. Os gostos assim, mesmo erráticos, mas afeitos aos progressos. Nada contra os espertos de antanho. Sinto apenas pelo atraso de uma década e por governos e desgovernos entre descaminhos que hoje julgo mal tentados. Não há arrependimentos, acreditem-me. Senão, o quanto teríamos avançado em tecnologias e muito mais.

Pergunto-me aonde estão os americanos quando se referem a interferência ou ingerência de um mesmo latino que estudou ou meramente caminhou entre escolas de nível superior tão antigas como a ação de lavrar a terra e deixá-la pronta para o cultivo? Erraram em não acreditar? Por favor, não o façam mais, as tentativas são bem vindas, desde que corretas. Sempre. É algo meio parecido como uma corrida de Fórmula 1: chega quem vence ou quem acumula mais pontos. Serei eu menos inteligente ao me valer disso?

Se, sim, somos menos inteligentes (?) (in) popular) mais do que pensamos. Avançamos e vencemos, mas retrocedemos nas ideologias retrógradas e postas de lado h décadas passadas por potências até então belicistas e extremamente ricas e poderosas. Por que esse descaminho por aqui? Para seguir sempre na busca basta olhar e se divertir com o que faz de bom. Não sou político, logo, não mando. Quem manda? Boa pergunta.

Sim, sou me sinto feliz por ter cumprido e de ter feito uma demão daquelas ora jamais pensadas ao vir da mente de um Visiting Student que partiu, mas deixou muitos do seus feitos entre os seus colegas de classe e dos professores para que se fossem seguidos e por conseguinte, concluídos, mesmo à minha revelia. Seria uma pena se não o fizessem por lá.

Então de volta, conclui por aqui no que pude. Parabéns colegas e a uma universidade do século XVII, em pleno sul dos Estados Unidos e que soube acumular estudo com sapiência administrativa, econômica e científica, e ao mesmo tempo, sem deixar de relevar a ciência das artes, em sábios e relevantes saberes.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Frases de Efeito

"Amar é nunca ter que pedir perdão". Não sei porque, muitos quando a lêem gostam tanto dessa frase.

"Existe mais entre o céu e Terra do que possa perceber sua vã sabedoria". Acho essa frase um bom motivo de se ir em busca do conhecimento.

Elucidário é o nome que se dá ao livro que explica coisas obscuras.

O mais destruidor terremoto que aconteceu na Idade Média aconteceu em Portugal, no século XII. No entanto, acho que foi uma tsunami em meio ao Oceano Atlântico nas proximidades das ilhas portuguesas da costa oeste, que deflagrou uma das maiores catástrofes já enfrentadas pelo ser humano.

O engano que nunca deve ser dito em quermesses e reuniões sociais entre senhoras ingênuas: "O meu marido é sifilítico". Evita que o maridão corrija em alto e bom som: "Sifilítico não, filátélico."

"Quando está tudo em paz, o diabo vem e traz". Frase solta.

Na busca por uma definição de uma palavra no dicionário encontrei a seguinte explicação:
- Elidível adj. 2 gên. Que se pode elidir. (Cf. ilidir). Gostei!

domingo, 11 de abril de 2010

"The Beatles - 40 Depois


Com um telefonema ao seu companheiro de composições, Paul McCartney informa a John Lennon que "Eu quero o divórcio". John, devolve na bucha e diz: "Você é um babaca". Assim termina de forma bem ao estilo Beatles esta que viria a ser uma das mais famosas bandas de rock'n'roll do mundo. Porém, com o fim dos Beatles tem início a uma nova fase para os fãs.
Alguns buscam uma esperança da volta, outros buscam a todo custo adquirir discos e raridades dos fab four. Nesse meio tempo, se somam as expectativas. Para muitos fãs o fim tem um som de recomeço. Seria também uma lenta e demorada volta dos quatro ex-integrantes dos Beatles, mas em excelente performance . Da razão social mais conhecida do mundo: Beatles -, John, Paul, George e Ringo, continuam a compor em carreiras solo com bem elaborados LPs, onde se evidencia o talento e a elegância de cada um, agora livres dos contratos e das pendengas judiciais que de certa forma tolhiam as suas criatividades. John lança diversos LPs, sendo Imagine considerado uma ode à paz mundial através da música que os quatro buscam depois de 10 longos anos de shows em diversos países, mas que John Lennon canta aos seus fãs de forma exemplar. Paul McCartney tem em seu próprio nome, o seu 1º LP também solo, o qual tem uma playlist de músicas ainda hoje tocadas e apreciadas em seus diversos shows mundo afora. Já, Ringo Starr, o baterista dos Beatles lança diversos LPs e atua ainda em diversos filmes. Quanto a George Harrison, este surpreende os seus fãs com o lançamento do álbum duplo Bengladesh.

Os reis do rock saíram, viva os reis!




sábado, 10 de abril de 2010

Todos São Iguais

Com a implantação da democracia no Brasil, mais precisamente a partir da Constituição de 1988, percebeu-se que o povo brasileiro iniciou vida nova na busca de suas atividades usuais, e mais ainda, por melhorias através do trabalho, da educação e da sistematização dos programas sociais, entre outros.

Porém, com o passar dos anos, percebeu-se que a sociedade em nada mudou ou se mudou descobriu-se uma nova “mina”. Uma mina de como ficar rico e de se implantar uma casta de pessoas, as quais, estas, deveriam ser melhores e consequentemente, ganhar mais e terem poderes maiores sobre os demais indivíduos.

Essas pessoas foram equitativamente reintegradas à sociedade. Algumas tiveram que seguir os ditames da lei e a lei seguir os ditames que o povo em geral desejava: justiça e lei. Essas duas palavras até que podem significar vingança a todo custo contra os malfeitos de alguns sobre a maioria carente. Nada disso, igualdade de oportunidades.

Mas também a de se questionar os que sabem. Sabem com o conhecimento adquirido através de esforço próprio. Muitos dos que chegaram lá conseguiram ir até o fim e com muito sacrifício humano e doação de bens materiais sobre os espirituais. Queriam fazer a todo custo e fazer pelo bem comum. Ao assim procederem nunca renegaram o poder. Naturalmente que não o faziam gratuitamente.

Até aí nada contra, posto que, quem detém os ditames de realizar detém também certos poderes naquele setor específico. Nesse meio tempo nada se tinha feito, entretanto, para mudar o status quo da soberba capacidade de alguns em soerguerem-se através do erário público ou do poder pelo poder.

O disposto estava sendo de “como fazer menos para ganhar mais”. Esse talvez tenha sido o maior erro quando da definitiva implantação da democracia brasileira. Nada se fez de imediato para estancar os diversos crimes de colarinho branco que ainda se multiplicavam neste país.

Depois vem o dito: “todos são iguais perante a lei”. Sim, mas quem fez mais merece mais, quem fez menos, merece ajuda e quem nada fez deve fazer, ou deixar que os poderes públicos sociais assim os tenham amparados.

Ninguém ainda tirou o poder do conhecimento. Saber significa poder e conhecer melhor os meandros que regem as leis da natureza, da física humana e dos meios aos quais conhece.

Dispor de conhecimento, por exemplo, nunca tirou da notícia, por exemplo, Einstein, Fleming, nem muito menos Isaac Newton, Kepler ou Galileu. Esses últimos viveram há 500 anos. Pois muito bem, até hoje ainda se fala de seus feitos e de suas descobertas. Pergunta-se: e todos são iguais diante da amplitude do conhecimento? Não. Há diferenças as quais merecem ser distinguidas. Depois de se saber, requer o querer. Todos querem as chaves, mas ninguém trabalhou tanto para as tê-las.

Ninguém é superior as leis das quais esses sábios que desvendaram conhecimentos têm nos ajudado a seguir adiante neste mundo da ciência, de deuses e de Deus. É bom lembrar que a democracia não tira o mérito dos que sabem e os colocam no canto, no ostracismo. Portanto, quem procede dessa forma está agindo errado e contrário às normas da boa convivência científica humana, do conhecimento e do saber. A democracia é uma dádiva, destarte, é muito mais dos que se pensam saber ou aos que nela vivem e usufruem.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Calamidade

O Rio de Janeiro e Niteroi passam por momentos difíceis por conta das chuvas torrrenciais que se abateram nesta cidade.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Trabalho?

...A vida é uma plêiade de tarefas mas que somente se acumulam na vida dos invejosos.

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