Leio com um certo atraso que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou o mérito da Ação Processual que retira a exigência o Diploma para o exercício da profissão de jornalista. Tudo muito bem, se não viesse no bojo dessa decisão, uma questão social sem precedentes no País. É que centenas de estudantes que estão a cursar diversas especialidades jornalíticas, em diferentes faculdades e universidades em quase todo o território nacional poderão perder seus empregos, afora a questão de dívidas, falsas promessas de trabalho, ascenção profissional em função de cargo e carreiras ou débitos para quem contraiu dinheiro em instituições bancárias para estudar.
Avalia-se a questão aqui como algo muito sério. Alguns estudantes aderiram ao plano de financiamento Fiés. Antes de terminarem seus cursos, já terão o onus de pagar cinco anos de mensalidades de faculdade que cursaram com o salário dos seus primeiros empregos. Com diploma ou sem diploma, os graduados terão agora que competir com outros "colegas" que irão ingressar nas redações de jornais e revistas,afora emissoras de rádio e de televisão, sem qualquer curso. Para tanto, basta saber escrever, ou ser "amigo" do dono da empresa de comunicação.
A questão social se alia à questão de estresse por que estão passando esses estudantes e os já diplomados que terão agora que concorrer de igual para igual numa pseudo livre iniciativa. Melhor dizendo, ninguém foi excluído de redações de mídias por causa de diplomas.
Acontece que, essa situação ocorria simplesmete porque no Brasil, não havia escolas de nível superior que atendesse à demanda dos diversos meios de comunicação situados em todo o território nacional. Escrevia quem queria e pronto.
Para estancar esse problema, foram abertos diversos cursos de comunicação social em todo o país, com vistas a adequar os desníveis de analfabetismo na categoria, ao mesmo tempo em que, dispunha de educação a um povo que ainda se sentia feliz em apenas assinar o seu nome.
O progresso nas comunicações foi imediato. Muitos tiveram ensinamentos os quais seriam impossíveis de serem obtidos sem as faculdades que ofereciam vagas aos vestibulandos e o profissionalismo veio inevitavelmente modernizar os que ainda exerciam a profissão dignamente, mas que não eram diplomados. Trabalhavam nas redações, pardos, nisseis, brancos, libaneses, portuguese e brasileiros, sem nenhuma descriminação nem distinção de classe sem a insatisfação,como atualmente se verifica, mesmo com a eclosão de uma guerra lá longe do Brasil: no Oriente Médio e nas proximidades da Ásia.
A questão foi resolvida a duras lutas e gradativamente foi se adequando com os tempos. Não se verificou nenhuma querela de menor importância diante dessa nova situação. Ainda hoje os jornalistas antigos, por assim dizer, e os diplomados exercem a atividade profissional sem restrições.
Contudo, já agora no final do Governo Lula, vem o STF mediar e julgar a vida profissional de centena de milhares de estudantes e nao formados com a decisão do Processo pelo STF. Votou-se pela não exigência do diploma, mas, no, entanto, não se responsabilizaram pelos estudantes que estão a cursar faculdades pagas, principamente, ou que aderiram ao plano do FIÉS.
Já se disse que "decisão de juiz, não se discute, mas se acata". Então, compete aos próprios nobres membros do STF reavaliar essa decisão, visto que, não se julga apenas no o escopo da Lei, mas com a sensibilidade dos magistrados e dos réus, diante dessa questão social, psicológica e econômica, que poderá abalar seriamente a Economia e a vida de estudantes e não diplomados e até mesmo escolas de comunicação, em todo o País.
Uma outra questão é a de que o Jornalismo é sem dúvida chamado de o "Quarto Poder". Não adianta fugir desse ditado popular. Isso, no entanto, não impede que cada jornalista tenha o seu editor e o seu julgamento de consciência ao escrever sobre temas que venham a "incomodar" um poder qualquer, ou alguma autoridade,seja ela política ou empresarial.
Vejam que essa decisão chega numa hora em que os computadores estão cada dia mais modernos. Então ficará cada vez mais fácil para qualquer semi-anafalbeto redigir um texto,um artigo, concluir uma reportagem, usando para tanto,o Editor de Texto do Word, ou qualquer Sistema Operacional, em uso e a gosto próprio do usuário, ou do meio de comunicação ao qual está vinculado.
Ninguém poderia avaliar, portanto que, a modernidade inventada e desenvolvida em todos os seus parâmetros, faria, como bem diz um dos versos cantados pelo roqueiro, Elton John, "...To make kings in vagabunds...". E aí esta a resultante, ninguém perde por esperar e pelo direito da livre expressão tendo o computador conectado em rede, online discagem direta e tudo o mais falhar. Na internet, é verdade, a liberdade é maior, porém, a vigilância é mais aberta e afeita a ataques de intrusos e todo nerd que se valha de ferramentas adequadas para "invadir" essse ou aquele sistema, e causar tumultos vários. Imagino isso ocorrendo na confecção de uma mídia geral e de grande tiragem.
Notório seria retroagir no tempo e deixar aos semi-anafalbetos em jornalismo, sem o modernismo dos computadores. Ninguém iria escrever p...nenhuma! Eu mesmo sou do tempo que apendi a escrever à mão e depois à máquina de datilografia. A pergunta me vem: e se os computadores fossem retirados dos diversos meios de comunicação e da esfera burocrática nacional?
Acredita-se assim que, muitos pensariam na idéia de frequentar um curso de comunicação social, ou um advogado, até mesmo um político, que ao redigir, em qualquer esfera da sua ascenção de carreira, em repensar sobre essa ou aquela decisão.
Quem escreve, escreve por gosta, e não por arte; ou quem escreve escreve porque estudou. Acabar com a roubalheira que vinha grassando nos diversos setores da vida nacional não foi mérito da imprensa, mas um anseio da nação que paga os seus impostos em dia e não vê resultados na saúde, na educação, nem muito menos nos seguimentos de urbanismo, tansporte e habitação.
Por fim, não se pode querer ser e um magistrado com mais de trinta anos de carreira, ser subjulgado por um repórter com dez anos de profissão. Mas informar e esclarecer a nação é obrigação da imprensa,nos seus divesos meios de comunicação e por qualquer jornalista diplomado e com conhecimento de causa.
A doença de muitos não pode ser estancada com um único remédio. Dêem oportunidade à ciência, a educação em todos os seus nivéis e confiem mais em Deus.
É um blog. Como muitos, com certeza, terá notícias. Terá também a alegria de trazer novidades. Será atual e ao mesmo tempo retratará situações científicas, físicas e humanas. Será sem dúvida, para mim, um dos mais atuantes blogs em que tenha participado. Espero agradar.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Democracia Não É Bagunça e Liberdade Requer Responsabilidade
Já se vai longe o tempo em que o Brasil padecia da dependência econômica e militar dos EUA. Corria a época da chamada ditadura militar. Todos temiam as ações do Exército Brasileiro, até então unido com os serviços de segurança norte-americanos. Esse era um tempo aos quais todos desejam esquecer. Fala-se do sofrimento dos militares que nos serviram em diversos quartéis espalhados em todo território nacional, onde dedicaram suas vidas pelo estabelecimento da democracia, e do outro lado, dos jovens idealistas e não tão idealistas, e que desejavam a implantação do regime comunista no País.
Passados todos os palanques e com a volta o estabelecimento da Democracia, aspiração de todos os brasileiros, hoje se verifica que a luta armada de guerrilha urbana fracassou. Dinheiro advindo de alguns países totalitários para a compra de armamento e de instrução para a guerra civil ou de guerrilha era os ideais maiores dos que desejavam ardentemente sufragar o então regime de direito, para implantar sistemas políticos totalmente diferentes dos que os brasileiros estavam até então acostumados. Isso era algo que só cabia no entendimento de alguns jovens que estudavam em escolas de 2º grau ou ao ingressar na universidade, então, plenos de idealismos e qu clamavam por transformações. As ideologias que mais atendiam as suas reivindicações na imaturidade de suas idéias eram imediatamente seus avanços para ingressar nas diferentes siglas clandestinas que iam de encontro ao sistema até então vigente, mas que urgia por modificações através de alguns pseudolíderes. Pois muito bem, quem lutou nos palanques conseguiu. O Brasil é hoje uma nação onde os direitos civis estão em atuação.
Mas até lá, os brasileiros tiveram que enfrentar e passar por situações humilhantes. Diga-se de um lado, e acrescente-se do outro. Agora, já que está tudo normalizado; o Estado de Direito está em pleno vigor e a sociedade se encontra na condição de reiterar ou requerer ou modificar o status quo de modificações das quais não está de pleno acordo. É chegado o momento de aplaudir todos os cidadãos e dar as efusivas congratulações novamente aos que entenderam que a Anistia veio para reintegrar à civilidade e os direitos até então compuscados de alguns mais afeitos ao combate civil.
Diga-se de passagem, que, ao Exército, este teve que atuar de forma um tanto quanto radical como aconteceu nas decisivas décadas de 60 a 80. Para fazer e manter um sistema ao qual houvesse respeito e dedicação ao próximo com igualdade de direitos, cabia até o impossível. Hoje, os opostos compreendem que querem a Democracia -, e com responsabilidade. À volta decisiva dos militares das três armas aos quartéis não significa que eles não estejam prontos para atender aos reclamos e excessos que se verificam em áreas as que requerem a atuação do pleno direito outorgado em distinção através de todos os meios de comunicação possíveis. Esse chamamento foi aceito e a sociedade teve de volta uma nação em que os problemas econômicos e sociais eram as metas maiores dos governantes legitimamente eleitos pelo povo e para o povo.
Sem querer mexer no vespeiro, verifica-se atualmente que a corrupção requer uma maior rapidez dos processos e que os diferentes tribunais estejam prontos para atender as decisões processuais que ora tramitam e que em décadas recentes de ditadura foram veementemente requeridas pela sociedade civil e política.
Não se quer aqui “puxar as orelhas” dos diferentes tribunais e varas em atuação no Brasil, nem muito menos do Supremo Tribunal Federal. Sabe-se que a Justiça está bem amparada e requer a plenitude e a restauração do bem-estar social, da saúde, do trabalho, dos direitos civis, a exemplo da: liberdade de expressão em suas diversas formas e tecnologias, as quais devem ser levadas ao conhecimento do povo em geral, aprovadas com plenitude pelas diferentes organizações a que essas mesmas tecnologias estão voltadas, ou sob suas responsabilidades.
Caso contrário, as situações de greves e de paralisações de trabalhos diversos voltarão a tumultuar a Nação. Por esse caminho, o povo brasileiro já está reconhecidamente livre e não requer a volta de um governo militar. Mas, ao que tudo indica e leva a crer, pessoas estão sendo ainda aviltadas nas suas vidas, nas suas saúdes, no seu lazer e na liberdade plena de ir, vir e fazer, mas com r-e-s-p-o-n-s-a-b-i-l-i-d-a-d-e.
Acreditam todos os brasileiros que a função do Exército já foi cumprida. Entretanto, caso continue essas descontinuidades nas liberdades em excesso, a população insatisfeita poderá criar provas e elementos concludentes para estancar essa pseudoliberdade. A temeridade maior para a democracia talvez queira a presença das três Armas, não apenas para defender a territorialidade, sua função maior, como também, requerer a responsabilidade de quem ainda está a se ater em passados reticentes e que o podem requerer a saída dos quartéis das três forças militares para colocar o País novamente nos seus devidos lugares. Algo assim seria impensável e um retrocesso sem precedentes para um povo que viveu décadas na escuridão e no temor. Portanto, a liberdade intensamente requerida nas diversas praças públicas deve ser honrada. O Estado de Direito deve atuar de forma correta e não policialesca, como é pensamento contrário dos seus dignos representantes.
Passados todos os palanques e com a volta o estabelecimento da Democracia, aspiração de todos os brasileiros, hoje se verifica que a luta armada de guerrilha urbana fracassou. Dinheiro advindo de alguns países totalitários para a compra de armamento e de instrução para a guerra civil ou de guerrilha era os ideais maiores dos que desejavam ardentemente sufragar o então regime de direito, para implantar sistemas políticos totalmente diferentes dos que os brasileiros estavam até então acostumados. Isso era algo que só cabia no entendimento de alguns jovens que estudavam em escolas de 2º grau ou ao ingressar na universidade, então, plenos de idealismos e qu clamavam por transformações. As ideologias que mais atendiam as suas reivindicações na imaturidade de suas idéias eram imediatamente seus avanços para ingressar nas diferentes siglas clandestinas que iam de encontro ao sistema até então vigente, mas que urgia por modificações através de alguns pseudolíderes. Pois muito bem, quem lutou nos palanques conseguiu. O Brasil é hoje uma nação onde os direitos civis estão em atuação.
Mas até lá, os brasileiros tiveram que enfrentar e passar por situações humilhantes. Diga-se de um lado, e acrescente-se do outro. Agora, já que está tudo normalizado; o Estado de Direito está em pleno vigor e a sociedade se encontra na condição de reiterar ou requerer ou modificar o status quo de modificações das quais não está de pleno acordo. É chegado o momento de aplaudir todos os cidadãos e dar as efusivas congratulações novamente aos que entenderam que a Anistia veio para reintegrar à civilidade e os direitos até então compuscados de alguns mais afeitos ao combate civil.
Diga-se de passagem, que, ao Exército, este teve que atuar de forma um tanto quanto radical como aconteceu nas decisivas décadas de 60 a 80. Para fazer e manter um sistema ao qual houvesse respeito e dedicação ao próximo com igualdade de direitos, cabia até o impossível. Hoje, os opostos compreendem que querem a Democracia -, e com responsabilidade. À volta decisiva dos militares das três armas aos quartéis não significa que eles não estejam prontos para atender aos reclamos e excessos que se verificam em áreas as que requerem a atuação do pleno direito outorgado em distinção através de todos os meios de comunicação possíveis. Esse chamamento foi aceito e a sociedade teve de volta uma nação em que os problemas econômicos e sociais eram as metas maiores dos governantes legitimamente eleitos pelo povo e para o povo.
Sem querer mexer no vespeiro, verifica-se atualmente que a corrupção requer uma maior rapidez dos processos e que os diferentes tribunais estejam prontos para atender as decisões processuais que ora tramitam e que em décadas recentes de ditadura foram veementemente requeridas pela sociedade civil e política.
Não se quer aqui “puxar as orelhas” dos diferentes tribunais e varas em atuação no Brasil, nem muito menos do Supremo Tribunal Federal. Sabe-se que a Justiça está bem amparada e requer a plenitude e a restauração do bem-estar social, da saúde, do trabalho, dos direitos civis, a exemplo da: liberdade de expressão em suas diversas formas e tecnologias, as quais devem ser levadas ao conhecimento do povo em geral, aprovadas com plenitude pelas diferentes organizações a que essas mesmas tecnologias estão voltadas, ou sob suas responsabilidades.
Caso contrário, as situações de greves e de paralisações de trabalhos diversos voltarão a tumultuar a Nação. Por esse caminho, o povo brasileiro já está reconhecidamente livre e não requer a volta de um governo militar. Mas, ao que tudo indica e leva a crer, pessoas estão sendo ainda aviltadas nas suas vidas, nas suas saúdes, no seu lazer e na liberdade plena de ir, vir e fazer, mas com r-e-s-p-o-n-s-a-b-i-l-i-d-a-d-e.
Acreditam todos os brasileiros que a função do Exército já foi cumprida. Entretanto, caso continue essas descontinuidades nas liberdades em excesso, a população insatisfeita poderá criar provas e elementos concludentes para estancar essa pseudoliberdade. A temeridade maior para a democracia talvez queira a presença das três Armas, não apenas para defender a territorialidade, sua função maior, como também, requerer a responsabilidade de quem ainda está a se ater em passados reticentes e que o podem requerer a saída dos quartéis das três forças militares para colocar o País novamente nos seus devidos lugares. Algo assim seria impensável e um retrocesso sem precedentes para um povo que viveu décadas na escuridão e no temor. Portanto, a liberdade intensamente requerida nas diversas praças públicas deve ser honrada. O Estado de Direito deve atuar de forma correta e não policialesca, como é pensamento contrário dos seus dignos representantes.
You're Nice
I'm intensively in fault with you.
I felt that you share this same intense introvertment.
So intense too were the times that I felt impressed by your touch.
Oh, my life is fruitful now that I know you
How is the core of it all?
Lyrics happen in me just because you near me.
I get an overtime plenty of inward
I do know that you weren't my boundary
But to share you and to understand what you do,
do I need to disband my owns?
How aliviating you were for me.
Seeing you through the hammocks is so discernible.
our hands moving and your attentinve looking on movies, made me feel alright.
I felt that you share this same intense introvertment.
So intense too were the times that I felt impressed by your touch.
Oh, my life is fruitful now that I know you
How is the core of it all?
Lyrics happen in me just because you near me.
I get an overtime plenty of inward
I do know that you weren't my boundary
But to share you and to understand what you do,
do I need to disband my owns?
How aliviating you were for me.
Seeing you through the hammocks is so discernible.
our hands moving and your attentinve looking on movies, made me feel alright.
sábado, 6 de junho de 2009
The Nature
It' been easy to say I love. I know you know it
But when I get you, I understand that you here.
Just sharing the life and the nature is something amusing
Loving can be so easy.
Do not distract or derogatory
Those who carry the ones.
I intend to preserve you as this pages
Bad written, but full of charish.
Whatosever you're dealing the same I still feel we're the same.
The nature is so real as real is the care that I expected from you
Please, have the kindness to be alive to as the loving I have full heart that you do.
Please, while I care keep this torment days off from you.
If you're here to stay, I'm there to wait.
If you're there to get me,
Just won away all aside and get along as we're like days before.
To reach the nature is valuable for me.
And to care for the standing them alive is a motto that I
do not give up for my life time.
But when I get you, I understand that you here.
Just sharing the life and the nature is something amusing
Loving can be so easy.
Do not distract or derogatory
Those who carry the ones.
I intend to preserve you as this pages
Bad written, but full of charish.
Whatosever you're dealing the same I still feel we're the same.
The nature is so real as real is the care that I expected from you
Please, have the kindness to be alive to as the loving I have full heart that you do.
Please, while I care keep this torment days off from you.
If you're here to stay, I'm there to wait.
If you're there to get me,
Just won away all aside and get along as we're like days before.
To reach the nature is valuable for me.
And to care for the standing them alive is a motto that I
do not give up for my life time.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Maragogi, Alagoas,, tem Máfia de Ladrões de Casa de Praia
Lamentável a situação que vem preocupando os veranistas e proprietários de casas de casas praia na aprazível e sempre pacata praia de Maragogi, Alagoas, e seus distritos, a exemplo de: Barra Grande e Peroba. Essas localidades, com belíssimos sítios naturais e belos coqueirais, afora um expressivo número de hotéis e e resorts, pousadas, em áreas até então tranquilas e livres da ação de bandidos, ao que tudo informam os veranistas estão enfrentando um dos mais difíceis momentos jamais vistos nessa tranquila região praieira localizada entre os Estados de Pernambuco e de Alagoas.
Ao que reporta os moradores e visitantes, as praias já não oferecem mais a segurança de antes. Muitas das residências de veraneio estão enfrentando assaltos e roubos diversos, afora problemas de receio e até medo de risco de morte. Diversas são as casas que estão desocupadas em função do inverno e que estão sendo assaltadas. Mas, segundo o relato de muitos dos seguranças, a ação de bandidos se verifica de forma intensa e ao que tudo indica, bem organizada. Os ladrões estão invadindo residências as quais já têm o perfil do tempo em que os moradores costumam visitar ou passar fins de semana. Quando eles não vem, é hora de cometerem roubos dos mais incomuns.
A ação se verifica exatamente no inverno, ocasião em que os contumazes veranistas estão ausentes por razão do período invernoso. Diversas são as pessoas que vem até as suas moradias e as encontram de portas arrombadas, materiais do lar roubados, camas rasgadas e, citam-se casos de até casas que foram até queimadas.
Numa movimentação até então bem organizada, os malfeitores costumam roubar de tudo. Procuram mais por objetos que tenham valor de venda rápido e de utilidade, tais como, bombas de água, tampas ou depósitos para armazenar água, camas, fogões, televisões e até geladeiras.Levam ainda redes, louças, talheres e tudo o que estiver ao seu alcance.
Arguidos sobre a ação policial do distrito local de Maragogi, AL, os seguranças ou caseiros, sempre temerosos da uma ação dos bandidos contra as suas vidas, não dizem o que realmente aconteceu, afirmam apenas que, "houve a prisão de alguns bandidos".
Na verdade, com a falta do burburinho tão contumaz durante o verão, e a falta de pessoas indo e vindo, tem facilitado a ação de rapinagem que se verifica de forma intensa - atualmente. Assim, de conformidade com muitos dos moradores, a saída para se evitar tais ações sempre será a de manter um segurança de praia e de aumentar o muro das casas, afora colocar arrames farpados etc.
Mesmo assim, na Rua Tupi, na já citada Praia de Peroba, três casas foram literalmente arrombadas e seus bens mais comuns foram roubados. Também reporta-se a ação da entrada de pessoas em residências em que só estão no momento proprietários do sexo feminino. Nesta mesma rua, alguns meliantes entraram em uma residência e causaram medo, apreensão e receio até de estrupo. Móveis e vestuário foram literalmente jogados no chão, ma segundo reporta a proprietária da casa de veraneio, "a ação danosa desses bandidos felizmente só ocorreu com a falta de uma máquina fotográfica digitalizada trazida para registrar momentos de alegria."
Na residência logo próxima, reporta o seu proprietário, que passou um mês sem vir até a casa em função de tempo e por causa das chuvas que se abateram nessas localidades, assim que chegou, encontrou a falta da sua bomba de água e pegadas de pés de barro por toda a parede da casa. Acredita que os bandidos se utilizaram desse artifício para arrombar a casa do vizinho de trás, em que, segundo declarações de diversos moradores, "notou-se a ausência de quase todo o mobiliário dessa residência de praia recentemente arrombada, destelhada e roubada.
As autoridades policiais não se manifestaram publicamente ainda. Acredita-se que uma "máfia" de ladrões estejam agindo nessas praias e pedem veementemente aos veranistas o de sempre: "Que não venham mais sozinhos as suas casas e que façam o possível para deixar luzes acesas ou de contratarem pessoal para tomar conta durante as suas ausências".
A questão de estrupo e de assalto seguido de morte ou assalto seguido de roubo também é um medo constante nessas duas praias, afirmam os veranistas. Portanto, cautela e a manutenção de seus patrimonios de praia devem ter esses requisitos mínimos de atenção, caso não queiram encontrar surpresas as quais podem atentar até contra a vida de cada um e de todos.
Ao que reporta os moradores e visitantes, as praias já não oferecem mais a segurança de antes. Muitas das residências de veraneio estão enfrentando assaltos e roubos diversos, afora problemas de receio e até medo de risco de morte. Diversas são as casas que estão desocupadas em função do inverno e que estão sendo assaltadas. Mas, segundo o relato de muitos dos seguranças, a ação de bandidos se verifica de forma intensa e ao que tudo indica, bem organizada. Os ladrões estão invadindo residências as quais já têm o perfil do tempo em que os moradores costumam visitar ou passar fins de semana. Quando eles não vem, é hora de cometerem roubos dos mais incomuns.
A ação se verifica exatamente no inverno, ocasião em que os contumazes veranistas estão ausentes por razão do período invernoso. Diversas são as pessoas que vem até as suas moradias e as encontram de portas arrombadas, materiais do lar roubados, camas rasgadas e, citam-se casos de até casas que foram até queimadas.
Numa movimentação até então bem organizada, os malfeitores costumam roubar de tudo. Procuram mais por objetos que tenham valor de venda rápido e de utilidade, tais como, bombas de água, tampas ou depósitos para armazenar água, camas, fogões, televisões e até geladeiras.Levam ainda redes, louças, talheres e tudo o que estiver ao seu alcance.
Arguidos sobre a ação policial do distrito local de Maragogi, AL, os seguranças ou caseiros, sempre temerosos da uma ação dos bandidos contra as suas vidas, não dizem o que realmente aconteceu, afirmam apenas que, "houve a prisão de alguns bandidos".
Na verdade, com a falta do burburinho tão contumaz durante o verão, e a falta de pessoas indo e vindo, tem facilitado a ação de rapinagem que se verifica de forma intensa - atualmente. Assim, de conformidade com muitos dos moradores, a saída para se evitar tais ações sempre será a de manter um segurança de praia e de aumentar o muro das casas, afora colocar arrames farpados etc.
Mesmo assim, na Rua Tupi, na já citada Praia de Peroba, três casas foram literalmente arrombadas e seus bens mais comuns foram roubados. Também reporta-se a ação da entrada de pessoas em residências em que só estão no momento proprietários do sexo feminino. Nesta mesma rua, alguns meliantes entraram em uma residência e causaram medo, apreensão e receio até de estrupo. Móveis e vestuário foram literalmente jogados no chão, ma segundo reporta a proprietária da casa de veraneio, "a ação danosa desses bandidos felizmente só ocorreu com a falta de uma máquina fotográfica digitalizada trazida para registrar momentos de alegria."
Na residência logo próxima, reporta o seu proprietário, que passou um mês sem vir até a casa em função de tempo e por causa das chuvas que se abateram nessas localidades, assim que chegou, encontrou a falta da sua bomba de água e pegadas de pés de barro por toda a parede da casa. Acredita que os bandidos se utilizaram desse artifício para arrombar a casa do vizinho de trás, em que, segundo declarações de diversos moradores, "notou-se a ausência de quase todo o mobiliário dessa residência de praia recentemente arrombada, destelhada e roubada.
As autoridades policiais não se manifestaram publicamente ainda. Acredita-se que uma "máfia" de ladrões estejam agindo nessas praias e pedem veementemente aos veranistas o de sempre: "Que não venham mais sozinhos as suas casas e que façam o possível para deixar luzes acesas ou de contratarem pessoal para tomar conta durante as suas ausências".
A questão de estrupo e de assalto seguido de morte ou assalto seguido de roubo também é um medo constante nessas duas praias, afirmam os veranistas. Portanto, cautela e a manutenção de seus patrimonios de praia devem ter esses requisitos mínimos de atenção, caso não queiram encontrar surpresas as quais podem atentar até contra a vida de cada um e de todos.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Seria Melhor o Diálogo
Dois dias depois de ter explodido três artefatos nucleares, a Coréia do Norte explodiu, ontem, mais três. A República Democrática e Popular da Coréia do Norte, já em abril do ano passado foi literalmente expulsa do Conselho de Segurança da ONU, e também do Conselho de Segurança de Não Proliferação de Armas Atômicas, após ter levado a efeito a explosão de mísseis atômicos em meio ao diálogo entre as seis nações encarregadas de fazer com que países consigam armamentos nucleares para fins bélicos, mas que depois de muito diálogo, a Coréia do Norte resolveu inovar com o que tinha de mais poderoso: o seu arsenal nuclear. Em maio (25) deste ano, surpreende o mundo mais uma vez com a explosão de uma estrondosa bomba atômica subterrânea e lança três dessas ogivas em seu próprio território.
Ao que tudo indica os Nortes Coreanos estão mesmo querendo bagunçar a comunidade internacional. Sabem-se lá quantas vezes este país, encravado entre o Mar da China, a Coréia do Sul e o Japão, tendo ainda como países limítrofes, a Índia e o Paquistão, resolve ser o causador de imbróglios de conseqüências incalculáveis. Somando-se os povos desse aglomerado de nações tem-se mais um milhão de vidas humanas. Enquanto isso os líderes coreanos encena uma ação de guerra e tenta agora invadir a Coréia do Sul.
O abalo sísmico resultante da explosão foi calculado no vizinho Japão e chegou a 4.5 na escala Riecther. Essa atitude mostra certo senso de desequilíbrio de poder na esfera do governo da Coréia do Norte e oferece às demais nações do planeta a oportunidade de ir de encontro a este País. Ninguém quer ter o seu território atingido pelo fallout de armas nucleares pesadas e nem ter o seu povo atingido por radiações as mais tenebrosas e sob a responsabilidade de uma nação que mais apresenta um poder que infantil, dir-se-ia até, pueril, diante de um cenário pesado e ainda não totalmente definido em termos de diálogos pacifistas no Oriente Médio, e na Ásia, em especial.
Sabem-se lá quantas bombas atômicas existem no arsenal da Coréia do Norte e quantas ainda o seu líder King Jong-il quererá lançar ao ar, visto que, já explodiu mais três desses artefatos ontem (26), talvez para provocar a indignação da comunidade internacional. Os três artefatos foram lançados no mar, a sua maior fonte de recursos naturais e de recursos alimentícios. Resolve-se explodir uma bomba atômica ali como se fora uma festa de inauguração ou até mesmo algo que viesse a promover ou estancar a fome desse paupérrimo país.
Mas, mesmo sem deter tecnologias, a Coréia do Norte não tem meios nem conhecimentos para produzir um simples “girino de DNA em um sapo”, entrementes, tenta o mais caro e o mais danoso entre os armamentos atômicos que a humanidade já pôde fabricar nestes últimos anos de pós-guerra em que a bomba atômica foi usada para fins bélicos. Entenda-se por indignação que a Coréia do Norte tenha até o direito e a legitimidade em se defender ou de produzir as armas convencionais que desejar.Porém,dessa vez, a comunidade internacional acredita que passou dos limites.
Sabem-se ainda que desde a última guerra levada a termo naquela região 91953) o que aconteceu e que resultou em duas Coréias (Norte e Sul) problema o qual já deveria ter sido resolvido a época. Mesmo assim, ao que se reporta na imprensa mundial, esse país resolveu sair do limbo e decidiu por livre arbítrio, ou posição, manter-se no auge. Contudo, não tem o direito de explodir tais armamentos com o fito de decrescer a integração dos países do Oriente, que se diga, são aguerridos e têm saúde econômica para levar adiante uma confrontação, em casos extremos, uma vez esgotados todos os argumentos conciliatórios em benefício de uma maior integração e aceitação desse país totalitário e cessar com seus atos e propósitos bélicos.
A proliferação nuclear é algo que deve ser evitado. Seus malefícios são extremamente danosos e podem causar danos irreversíveis aos seres humanos. Brincar de “lança rojão atômico” em meio a um caldeirão de peças em que o tabuleiro está mais para o conflito armado do que para o diálogo é algo que somente cabe nas decisões dos insanos com os mínimos recursos de força, ou tênues capacidades de argumentar sobre direitos e deveres internacionais, somando-se o conhecido “Paralelo 38”, do qual, ao que se verifica atualmente, nunca deveria ter saído. Enquanto isso, a humanidade evoluiu, progrediu, expandiu, inventou, foi à Lua, as Comunicações desenvolveram-se, terminaram os conflitos localizados e internacionais e a Coréia do Norte vem de lá para dizer na linguagem nuclear que está viva e pulsante. Maleficamente atuante, diga-se de passagem.
Ao que tudo indica os Nortes Coreanos estão mesmo querendo bagunçar a comunidade internacional. Sabem-se lá quantas vezes este país, encravado entre o Mar da China, a Coréia do Sul e o Japão, tendo ainda como países limítrofes, a Índia e o Paquistão, resolve ser o causador de imbróglios de conseqüências incalculáveis. Somando-se os povos desse aglomerado de nações tem-se mais um milhão de vidas humanas. Enquanto isso os líderes coreanos encena uma ação de guerra e tenta agora invadir a Coréia do Sul.
O abalo sísmico resultante da explosão foi calculado no vizinho Japão e chegou a 4.5 na escala Riecther. Essa atitude mostra certo senso de desequilíbrio de poder na esfera do governo da Coréia do Norte e oferece às demais nações do planeta a oportunidade de ir de encontro a este País. Ninguém quer ter o seu território atingido pelo fallout de armas nucleares pesadas e nem ter o seu povo atingido por radiações as mais tenebrosas e sob a responsabilidade de uma nação que mais apresenta um poder que infantil, dir-se-ia até, pueril, diante de um cenário pesado e ainda não totalmente definido em termos de diálogos pacifistas no Oriente Médio, e na Ásia, em especial.
Sabem-se lá quantas bombas atômicas existem no arsenal da Coréia do Norte e quantas ainda o seu líder King Jong-il quererá lançar ao ar, visto que, já explodiu mais três desses artefatos ontem (26), talvez para provocar a indignação da comunidade internacional. Os três artefatos foram lançados no mar, a sua maior fonte de recursos naturais e de recursos alimentícios. Resolve-se explodir uma bomba atômica ali como se fora uma festa de inauguração ou até mesmo algo que viesse a promover ou estancar a fome desse paupérrimo país.
Mas, mesmo sem deter tecnologias, a Coréia do Norte não tem meios nem conhecimentos para produzir um simples “girino de DNA em um sapo”, entrementes, tenta o mais caro e o mais danoso entre os armamentos atômicos que a humanidade já pôde fabricar nestes últimos anos de pós-guerra em que a bomba atômica foi usada para fins bélicos. Entenda-se por indignação que a Coréia do Norte tenha até o direito e a legitimidade em se defender ou de produzir as armas convencionais que desejar.Porém,dessa vez, a comunidade internacional acredita que passou dos limites.
Sabem-se ainda que desde a última guerra levada a termo naquela região 91953) o que aconteceu e que resultou em duas Coréias (Norte e Sul) problema o qual já deveria ter sido resolvido a época. Mesmo assim, ao que se reporta na imprensa mundial, esse país resolveu sair do limbo e decidiu por livre arbítrio, ou posição, manter-se no auge. Contudo, não tem o direito de explodir tais armamentos com o fito de decrescer a integração dos países do Oriente, que se diga, são aguerridos e têm saúde econômica para levar adiante uma confrontação, em casos extremos, uma vez esgotados todos os argumentos conciliatórios em benefício de uma maior integração e aceitação desse país totalitário e cessar com seus atos e propósitos bélicos.
A proliferação nuclear é algo que deve ser evitado. Seus malefícios são extremamente danosos e podem causar danos irreversíveis aos seres humanos. Brincar de “lança rojão atômico” em meio a um caldeirão de peças em que o tabuleiro está mais para o conflito armado do que para o diálogo é algo que somente cabe nas decisões dos insanos com os mínimos recursos de força, ou tênues capacidades de argumentar sobre direitos e deveres internacionais, somando-se o conhecido “Paralelo 38”, do qual, ao que se verifica atualmente, nunca deveria ter saído. Enquanto isso, a humanidade evoluiu, progrediu, expandiu, inventou, foi à Lua, as Comunicações desenvolveram-se, terminaram os conflitos localizados e internacionais e a Coréia do Norte vem de lá para dizer na linguagem nuclear que está viva e pulsante. Maleficamente atuante, diga-se de passagem.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A Coréia do Norte Testa Bomba Atômica e Erra Na Diplomacia
Tem início mais uma iniciativa trágica em níveis atômicos agora perpetrada pela Coréia do Norte. Em 25 de maio deste ano, o líder deste país, King Jong-Il, resolveu ir de encontro a todas as iniciativas de conciliação do Conselho de segurança da ONU e decide lançar três misséis subterrâneos de curto alcance na província de Musudan-Ri.
Se não fora pelas terríveis consequências que esse gesto já causou às ações internacionais em prol da paz já levadas a afeito pelo representante dos EUA na ONU, e demais países integrantes do Conselho de Segurança, contra a proliferação de armas atômicas na Coréia do Norte, é previsível também uma negação completa e unânime dos demais países do mundo.
Sem aviso prévio e tendo como vizinhos a Rússia, Coréia do Sul, o Japão e a China, a paupérrima República Democrática e Popular da Coréia, causa espanto e indignação aos povos do mundo, afora terror e apreensão, com uma operação-teste, ao explodir cerca de 20 quilotons nucleares, (igual as duas bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945), e provoca um terremoto de 4.5 na escala Richter.
A condenação desta ação foi imediata. Países como a Rússia, o Japão, a Coréia do Sul, a China, a Inglaterra, e os EUA, entre outros, foram contrários a essa atitude infantil e desnecessária. Portanto, mesmo diante dos esforços diplomáticos recentemente levados a efeito quando da recente visita do presidente dos EUA, Barack Obama e do papa, Bento XVI ao Oriente Médio, afora toda uma política voltada a promoção da paz nesta região, efetivada quando da realização dos diversos encontros com lideranças políticas e religiosas locais, ao que parece, King Jong-Il, estar a querer acertar com testes atômicos e errar pesadamente na diplomacia.
Enquanto isso, a Coréia do Norte, mesmo com todas as dificuldades econômicas por que passa para levar adiante seus programas sociais, talvez encontre até dificuldades financeiras na sua balança de pagamentos para dispender recursos e vultosas quantias para o enriquecimento de urânio. Logo, se fossem gastos para fins que estivessem direcionados ao fomento do desenvolvimento ou da integração entre os países situados em sua fronteira, acrdita-se que teria, a médio prazo, muito mais resultados. Agora, com o seu afastamento do CS, e depois da explosão desses misséis, pouco ou quase nada resta para uma discussão multilateral positiva voltada à reintegração da Coréia do Norte e os demais países livres ao debate de interesses multilaterais mútuos.
Sabe-se ainda que,o argumento de armamentos e a manutenção de arsenais nucleares é sempre encarado como um 'escapismo' para governos que definham entre a manutenção de um regime político totalitário e a adoção ou aplicabilidade de uma paz definitiva e democrática. Por isso, a corrida nuclear será algo que variará proporcionalmente igual a uma ameaça, ou até mesmo para uma ação bélica de proporções localizadas. Portanto, seria de bom alvitre que a Coréia do Norte retrocedesse em suas ações belicosas e que este país tentasse uma reunião extraordinária com o Conselho de Segurança das Nações Unidas em caráter de emerencial.
Portanto, seria algo deveras aceitável se tal atitude partisse da própria Coréia do Norte, posto que, os seus argumentos armamentistas e seu poderoso exército -, mesmo com a sempre temível bomba atômica -, estrategicamente não conseguiria manter um conflito em grande escala e talvez, contra prováveis incomodados vizinhos, que, por conseguinte, não aceitariam terem os seus territórios ameaçados por armas atômicas nem muito pelos seus efeitos danosos.
A decisão, portanto, seria aceita e aplaudida mundialmente, na eventual hipótese da Coréia do Norte vir a ser chamada para em participar e se explicar numa reunião extraordinária com propósitos de reavaliar dos seus programas bélicos em benefício de um maior entendimento na região, algo até pensável até mesmo para o belicoso Irã.
Seria, dessa forma, uma maneira civilizada de se posicionar diante dos representantes do Conselho de Segurança da ONU. Acredita-se ainda que de testes em testes, algo possa acontecer. Contudo, com tantos países detentores de arsenais poderosos e capazes de impor restrições econômicas coercitivas e bélicas, cedo, a Coréia do Norte terá que apresentar provas mais do que necessárias para que testes iguais a estes não se repitam mais neste país.
Assim, com três poderosos e democráticos países, ainda atônitos com a explosão dessas bombas tão próximos de seus países, a exemplo da Rússia, do Japão e da Coréia do Sul, apenas para citar esses dois, e sem mencionar a Índia e a China, afora as esperadas sanções econômicas provenientes dos demais países membros da ONU, esse teste, malgrado seus tenebrosos efeitos, poderiam fazer com que a Coréia do Norte parasse com a idéia de explodir bombas em seu "quintal".
Portanto, compete ao líder de Kim Jong Il, repensar com ponderação sobre se tais ações bélicas têm sentido e quais as razões, consequências e propósitos danosos, inclusive para o seu povo, o seu território e sua dependente economia. Causar temor e apreensão ao mundo, ao que tudo indica, está trazendo mais dificuldades a quem intenta e testa, muito mais do que a possibilidade de se utilizar de arsenais nucleares para impor força ou um aparente poder.
Se não fora pelas terríveis consequências que esse gesto já causou às ações internacionais em prol da paz já levadas a afeito pelo representante dos EUA na ONU, e demais países integrantes do Conselho de Segurança, contra a proliferação de armas atômicas na Coréia do Norte, é previsível também uma negação completa e unânime dos demais países do mundo.
Sem aviso prévio e tendo como vizinhos a Rússia, Coréia do Sul, o Japão e a China, a paupérrima República Democrática e Popular da Coréia, causa espanto e indignação aos povos do mundo, afora terror e apreensão, com uma operação-teste, ao explodir cerca de 20 quilotons nucleares, (igual as duas bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945), e provoca um terremoto de 4.5 na escala Richter.
A condenação desta ação foi imediata. Países como a Rússia, o Japão, a Coréia do Sul, a China, a Inglaterra, e os EUA, entre outros, foram contrários a essa atitude infantil e desnecessária. Portanto, mesmo diante dos esforços diplomáticos recentemente levados a efeito quando da recente visita do presidente dos EUA, Barack Obama e do papa, Bento XVI ao Oriente Médio, afora toda uma política voltada a promoção da paz nesta região, efetivada quando da realização dos diversos encontros com lideranças políticas e religiosas locais, ao que parece, King Jong-Il, estar a querer acertar com testes atômicos e errar pesadamente na diplomacia.
Enquanto isso, a Coréia do Norte, mesmo com todas as dificuldades econômicas por que passa para levar adiante seus programas sociais, talvez encontre até dificuldades financeiras na sua balança de pagamentos para dispender recursos e vultosas quantias para o enriquecimento de urânio. Logo, se fossem gastos para fins que estivessem direcionados ao fomento do desenvolvimento ou da integração entre os países situados em sua fronteira, acrdita-se que teria, a médio prazo, muito mais resultados. Agora, com o seu afastamento do CS, e depois da explosão desses misséis, pouco ou quase nada resta para uma discussão multilateral positiva voltada à reintegração da Coréia do Norte e os demais países livres ao debate de interesses multilaterais mútuos.
Sabe-se ainda que,o argumento de armamentos e a manutenção de arsenais nucleares é sempre encarado como um 'escapismo' para governos que definham entre a manutenção de um regime político totalitário e a adoção ou aplicabilidade de uma paz definitiva e democrática. Por isso, a corrida nuclear será algo que variará proporcionalmente igual a uma ameaça, ou até mesmo para uma ação bélica de proporções localizadas. Portanto, seria de bom alvitre que a Coréia do Norte retrocedesse em suas ações belicosas e que este país tentasse uma reunião extraordinária com o Conselho de Segurança das Nações Unidas em caráter de emerencial.
Portanto, seria algo deveras aceitável se tal atitude partisse da própria Coréia do Norte, posto que, os seus argumentos armamentistas e seu poderoso exército -, mesmo com a sempre temível bomba atômica -, estrategicamente não conseguiria manter um conflito em grande escala e talvez, contra prováveis incomodados vizinhos, que, por conseguinte, não aceitariam terem os seus territórios ameaçados por armas atômicas nem muito pelos seus efeitos danosos.
A decisão, portanto, seria aceita e aplaudida mundialmente, na eventual hipótese da Coréia do Norte vir a ser chamada para em participar e se explicar numa reunião extraordinária com propósitos de reavaliar dos seus programas bélicos em benefício de um maior entendimento na região, algo até pensável até mesmo para o belicoso Irã.
Seria, dessa forma, uma maneira civilizada de se posicionar diante dos representantes do Conselho de Segurança da ONU. Acredita-se ainda que de testes em testes, algo possa acontecer. Contudo, com tantos países detentores de arsenais poderosos e capazes de impor restrições econômicas coercitivas e bélicas, cedo, a Coréia do Norte terá que apresentar provas mais do que necessárias para que testes iguais a estes não se repitam mais neste país.
Assim, com três poderosos e democráticos países, ainda atônitos com a explosão dessas bombas tão próximos de seus países, a exemplo da Rússia, do Japão e da Coréia do Sul, apenas para citar esses dois, e sem mencionar a Índia e a China, afora as esperadas sanções econômicas provenientes dos demais países membros da ONU, esse teste, malgrado seus tenebrosos efeitos, poderiam fazer com que a Coréia do Norte parasse com a idéia de explodir bombas em seu "quintal".
Portanto, compete ao líder de Kim Jong Il, repensar com ponderação sobre se tais ações bélicas têm sentido e quais as razões, consequências e propósitos danosos, inclusive para o seu povo, o seu território e sua dependente economia. Causar temor e apreensão ao mundo, ao que tudo indica, está trazendo mais dificuldades a quem intenta e testa, muito mais do que a possibilidade de se utilizar de arsenais nucleares para impor força ou um aparente poder.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Very hot
This is made for you
Like a forum to debate the inclement hot that passes from our moment
Joy us and makes this work much better.
In that ball room we stood alone
Besides this, we planned to spend all night alone.
This could me and this could be you
Once near, we can make the very moment,
As no one has made it before.
Like two dears we live this moment and do not want to stop it.
Oh, let's join shake again together
That this sharing night can stand long again.
That this sharing night can stand long again.
That's the cool desired and pleasurable touches
I do promise nothing, but to care you
I do promised nothing, but to love you.
I understand that this is all
I do believe that this is what we both have intended too
We, now understand that this is us in our very best moment.
Oh, don't run away from my feelings
Move and moving as one
So, enchanting and ever lasting hot moments.
This is for us and, this could last forever
But, I do know that this is to feel and
Striving much more.
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Considerações Sobre Calamidades
Um importante tema que tem chamado a atenção da mídia em geral é a questão do inverno no nordeste e suas principais capitais. Certamente que situaçoes que envolvem desastres naturais são tragédias que se abatem sobre seres humanos, trazendo vítimas e danos materiais inevitáveis,afora prejuízos diversos.
As enchentes verificam-se quase em todo o nordeste. Senão atentem para a situação no Piauí, Terezina, estado já situado na divisa da Região Amazônica, e que tem uma densidade pluviométrica muito aquém do esperado. É verão quase o ano inteiro neste estado. Muito bem, chove pesadamente em localidades quase que em todo o estado e como nunca fora observado antes. Uma tragédia que vem inundando todo um Estado, mas que, atente-se: a ausência de chuvas é uma característica predominante.
Mais próximo do Piauí, encontra-se o Maranhão, São Luiz, que é uma ilha. Cercado por belas pontes, e de água do mar por todos os lados, São Luiz chega a impressionar por sua beleza ímpar. Entretanto, chove torrencialmente. Agora, registram-se, chuvas e enchentes, afora danos materiais incessantes. Pessoas veem suas casas ruírem e ficam à mercê da natureza e das Comissões de Defesa Civil. Observa-se ainda que, a ausência de chuva no verão no Maranhão não se constitue num problema grave. Chove ali normalmente e a pluviometricidade é suficiente para abastecer de água potável toda sua população. Mas, atualmente, chove quase em proporções de tormenta. As chuvas de inverno não prejudicam necessariamente a economia desse estado-ilha. Porém, com chuvas torrenciais já acontecendo no vizinho estado do Piauí, o Maranhão enfrenta o seu momento de tragédia, por extensão.
Saindo desses estados e quilômetros mais adiante, chega-se ao Ceará, Fortaleza. Esse já vem registrando uma densidade pluviométrica atípica. Com quase toda a sua territorialidade situada em plena região de seca, as chuvas deste inverno-2009, vem como se fosse uma saída para os graves problemas de abastecimento d`água. Entretanto, mesmo no Ceará, a natureza chega de forma inclemente e pesada. Traz consigo a esperança de que passe logo e que não cause mais tragédias nem prejuízos à população.
Já no Rio Grande do Norte, Natal, também se tem notícia de que chove muito. Estado conhecido por suas altas temperaturas durante o verão, RN tem também passado por seu estágio de chuvas fortes neste inverno, mas, ao que tudo indica estar ainda no começo. Notícias dão conta de que há fortes danos materiais.
Já na vizinha João Pessoa, Campina Grande, ao que tudo parece, chove também torrencialmente, apesar das notícias não precisarem com absoluta certeza sobre a densidade pluviométrica neste Estado e neste inverno. Sabe-se que por ser uma região também litorânea, as chuvas podem ter trazido problemas à população.
Finalmente chega-se a Pernambuco, Recife, estado que tem sua territorialidade situada na região de seca, intensificada principalmente durante o verão. Neste Estado e na capital chove quase todos os dias. Também reporta-se o aumento do volume de água dos seus principais rios, e há desabrigados às margens dos grandes rios que veem de cidades interioranas. Caruaru, cidade com uma expressiva infra-estrutura, passa por problemas materiais e até messmo de atendimento na área de saúde, necessários neste momento à população afetada pelas enchentes. Também apesar de não chover torrencialmente, no município de Belo Jardim, as águas do principal rio da cidade já passa dos limites e causa danos à população, principalmente às populações ribeirinhas.
Mais ainda em Sergipe, Aracaju, já no "rio da redenção nacional", o São Francisco e suas cidades ribeirinhas, as enchentes vieram com vontade e torrencialmente. Reporta-se na mídia que a situação neste estado está sob controle, apesar de ainda chover proporcionalmente mais do que no inverno do ano passado. Mas seguindo na linha geográfica e logo adiante, tem-se o estado de Alagoas, Maceió. Ali, chove torrencialmente também, e segundo declara a população em geral, há mais de um mês. A capital, Alagoas, passa por problemas e os danos materiais ainda não foram quantificados.
Sabe-se que os prejuízos materiais e a eventual perdas de vidas humanas devem ser computados de formas a se ter um quantilitativo essencial para que as comissões de defesa civil desses estados situados no nordeste tenham condições efetivas de se prepararem e prevenirem-se para um período inverno que ao que tudo indica ainda está no início. Sabe-se ainda que dessa tragédia, os homens devem aprender a lidar com a natureza. A natureza que nos ensina todos os dias a conviver convenientemente com ela. Muitos são os problemas que os humanos são culpados e hoje verificam-se os resultados. As chuvas vem e vão neste período e de forma torrencial. A criação de barragens e desvios de rios devem ser feitos de forma criteriosa e as barragens definitivas. Devem ser feitas também verificações periódicas nessas construções. A manutenção de barragens necessárias ao abastecimento de cidades é tão importante quanto a construção delas.
Como forma definitiva e conclusiva dessa situação de calamidade que ora se abate em todo o nordeste, existe algo de positivo: em regiões onde a ausência de chuvas é uma constante, ao que tudo indica, todos os açudes, barragens e rios estão devidamente cheios. Alguns passam do limite e vazam através de suas comportas. Para o nordestino "que antes de tudo é um forte" essa notícia vem quase como um alento de que o próximo verão será muito melhor do que este. Esse indicador adianta também que, o verão, sempre causticante e demorado, deverá ter garantido o abastecimento de água potável e de eletricidade às cidades interioranas localizadas nas mais distantes localidades da região do nordestina.
Que os prefeitos tirem lições adequadas e que o pessoal encarregado da área de saúde fique atento. É que não foram registrados ainda nenhum caso de doenças em termos epidêmicos. A ausência de médicos, enfermeiros e para-médicos, afora policlínicas e hospitais deveriam estar funcionando a contento. Não o estão. O atendimento aos atingidos pelas enchentes estão à mercê das intempéries e tudo deve ser acionado na hora em que se iniciar a precipitação de chuvas, em função das populações.
Modoficar o meio ambiente sem o acompanhamento de pessoal especializado também deve constar como item prioritário dos encarregados pela expansão e manutenção de indicadores desenvolvimentistas em cidades que requeiram a criação de diques, barragens ou até mesmo do necessário desvio do Rio São Francisco, ora em expansão em alguns dos seus afluentes.
Não "comam" os bens essenciais à expansão da natureza sertaneja e sua territorialidade com construções temporarárias e atemporais ou atípicas. Trabalhem essencialmente em função de parâmetros corretos e que esses mesmos procedimentos sejam amplamente decididos e levados à opinião pública, uma vez que esses mesmos progressos devem vir em benefício da opinião pública.
As enchentes verificam-se quase em todo o nordeste. Senão atentem para a situação no Piauí, Terezina, estado já situado na divisa da Região Amazônica, e que tem uma densidade pluviométrica muito aquém do esperado. É verão quase o ano inteiro neste estado. Muito bem, chove pesadamente em localidades quase que em todo o estado e como nunca fora observado antes. Uma tragédia que vem inundando todo um Estado, mas que, atente-se: a ausência de chuvas é uma característica predominante.
Mais próximo do Piauí, encontra-se o Maranhão, São Luiz, que é uma ilha. Cercado por belas pontes, e de água do mar por todos os lados, São Luiz chega a impressionar por sua beleza ímpar. Entretanto, chove torrencialmente. Agora, registram-se, chuvas e enchentes, afora danos materiais incessantes. Pessoas veem suas casas ruírem e ficam à mercê da natureza e das Comissões de Defesa Civil. Observa-se ainda que, a ausência de chuva no verão no Maranhão não se constitue num problema grave. Chove ali normalmente e a pluviometricidade é suficiente para abastecer de água potável toda sua população. Mas, atualmente, chove quase em proporções de tormenta. As chuvas de inverno não prejudicam necessariamente a economia desse estado-ilha. Porém, com chuvas torrenciais já acontecendo no vizinho estado do Piauí, o Maranhão enfrenta o seu momento de tragédia, por extensão.
Saindo desses estados e quilômetros mais adiante, chega-se ao Ceará, Fortaleza. Esse já vem registrando uma densidade pluviométrica atípica. Com quase toda a sua territorialidade situada em plena região de seca, as chuvas deste inverno-2009, vem como se fosse uma saída para os graves problemas de abastecimento d`água. Entretanto, mesmo no Ceará, a natureza chega de forma inclemente e pesada. Traz consigo a esperança de que passe logo e que não cause mais tragédias nem prejuízos à população.
Já no Rio Grande do Norte, Natal, também se tem notícia de que chove muito. Estado conhecido por suas altas temperaturas durante o verão, RN tem também passado por seu estágio de chuvas fortes neste inverno, mas, ao que tudo indica estar ainda no começo. Notícias dão conta de que há fortes danos materiais.
Já na vizinha João Pessoa, Campina Grande, ao que tudo parece, chove também torrencialmente, apesar das notícias não precisarem com absoluta certeza sobre a densidade pluviométrica neste Estado e neste inverno. Sabe-se que por ser uma região também litorânea, as chuvas podem ter trazido problemas à população.
Finalmente chega-se a Pernambuco, Recife, estado que tem sua territorialidade situada na região de seca, intensificada principalmente durante o verão. Neste Estado e na capital chove quase todos os dias. Também reporta-se o aumento do volume de água dos seus principais rios, e há desabrigados às margens dos grandes rios que veem de cidades interioranas. Caruaru, cidade com uma expressiva infra-estrutura, passa por problemas materiais e até messmo de atendimento na área de saúde, necessários neste momento à população afetada pelas enchentes. Também apesar de não chover torrencialmente, no município de Belo Jardim, as águas do principal rio da cidade já passa dos limites e causa danos à população, principalmente às populações ribeirinhas.
Mais ainda em Sergipe, Aracaju, já no "rio da redenção nacional", o São Francisco e suas cidades ribeirinhas, as enchentes vieram com vontade e torrencialmente. Reporta-se na mídia que a situação neste estado está sob controle, apesar de ainda chover proporcionalmente mais do que no inverno do ano passado. Mas seguindo na linha geográfica e logo adiante, tem-se o estado de Alagoas, Maceió. Ali, chove torrencialmente também, e segundo declara a população em geral, há mais de um mês. A capital, Alagoas, passa por problemas e os danos materiais ainda não foram quantificados.
Sabe-se que os prejuízos materiais e a eventual perdas de vidas humanas devem ser computados de formas a se ter um quantilitativo essencial para que as comissões de defesa civil desses estados situados no nordeste tenham condições efetivas de se prepararem e prevenirem-se para um período inverno que ao que tudo indica ainda está no início. Sabe-se ainda que dessa tragédia, os homens devem aprender a lidar com a natureza. A natureza que nos ensina todos os dias a conviver convenientemente com ela. Muitos são os problemas que os humanos são culpados e hoje verificam-se os resultados. As chuvas vem e vão neste período e de forma torrencial. A criação de barragens e desvios de rios devem ser feitos de forma criteriosa e as barragens definitivas. Devem ser feitas também verificações periódicas nessas construções. A manutenção de barragens necessárias ao abastecimento de cidades é tão importante quanto a construção delas.
Como forma definitiva e conclusiva dessa situação de calamidade que ora se abate em todo o nordeste, existe algo de positivo: em regiões onde a ausência de chuvas é uma constante, ao que tudo indica, todos os açudes, barragens e rios estão devidamente cheios. Alguns passam do limite e vazam através de suas comportas. Para o nordestino "que antes de tudo é um forte" essa notícia vem quase como um alento de que o próximo verão será muito melhor do que este. Esse indicador adianta também que, o verão, sempre causticante e demorado, deverá ter garantido o abastecimento de água potável e de eletricidade às cidades interioranas localizadas nas mais distantes localidades da região do nordestina.
Que os prefeitos tirem lições adequadas e que o pessoal encarregado da área de saúde fique atento. É que não foram registrados ainda nenhum caso de doenças em termos epidêmicos. A ausência de médicos, enfermeiros e para-médicos, afora policlínicas e hospitais deveriam estar funcionando a contento. Não o estão. O atendimento aos atingidos pelas enchentes estão à mercê das intempéries e tudo deve ser acionado na hora em que se iniciar a precipitação de chuvas, em função das populações.
Modoficar o meio ambiente sem o acompanhamento de pessoal especializado também deve constar como item prioritário dos encarregados pela expansão e manutenção de indicadores desenvolvimentistas em cidades que requeiram a criação de diques, barragens ou até mesmo do necessário desvio do Rio São Francisco, ora em expansão em alguns dos seus afluentes.
Não "comam" os bens essenciais à expansão da natureza sertaneja e sua territorialidade com construções temporarárias e atemporais ou atípicas. Trabalhem essencialmente em função de parâmetros corretos e que esses mesmos procedimentos sejam amplamente decididos e levados à opinião pública, uma vez que esses mesmos progressos devem vir em benefício da opinião pública.
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